O LIPE Idiomas lança projeto de cunho social - LIPE Idiomas - Instituto de Idiomas em Araguaína

O LIPE IDIOMAS LANÇA PROJETO SOCIAL EM PRIMEIRA MÃO 

Voltado para estudantes da rede pública de ensino, o The PEACE Project é o primeiro projeto social do LIPE Idiomas.


As estatísticas mostram a realidade de um país onde menos de 3% da população é fluente em uma língua estrangeira. O site de busca de empregos Catho publicou uma pesquisa que aponta o crescimento do salário em até 52% para os candidatos que dominam um idioma estrangeiro. 

Sendo assim o LIPE Idiomas sai na frente e lança o The PEACE Project – PEACE – Programa Educacional de Aprendizagem Comunitária para Estudantes da Rede Pública.


Confira o escopo do primeiro projeto de cunho social do LIPE Idiomas

✔Beneficiários: Estudantes da Rede Pública de Ensino, matriculados e não matriculados.

✔Objetivo: Promover aos estudantes da rede pública de ensino o acesso a línguas estrangeiras

✔Metodologia: Inglês comunicativo

✔Método: L.House International

✔Abordagem: Aquisição de Línguas Para fins Específicos

✔Didática: Intensiva

✔Modalidade: 100% Presencial com atividades online

✔Estrutura: Módulos

✔Investimento: Valor único

✔Material Didático: Incluso

✔Matrícula: Inclusa 

Confira a promoção desse projeto no Instagram

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Por que aprender uma segunda língua?


Há inúmeros artigos científicos que apontam vários benefícios de se aprender uma segunda língua. Seguem algumas das razões pelas quais você deveria investir em aprender uma língua estrangeira.

1. Melhora a aprendizagem

De acordo com PINHO, Louise Silva em seu artigo Neurociência cognitiva na sala de aula: estratégias de ensino de Língua Espanhola, “A aprendizagem ocorre porque há, no cérebro, mecanismos que permitem a realização de processos relacionados à cognição, como as funções cognitivas, responsáveis pela atenção, pela memória, pelo processamento das informações e pelo uso da linguagem. Ela também é resultado da capacidade que o cérebro tem de se modificar, “de alterar a sua função ou a sua estrutura em resposta às influências ambientais que o atingem” (LENT, 2015, p. 112), o que chamamos de neuroplasticidade. Essas influências ambientais são representadas, na sala de aula, pelos estímulos (atividades, exercícios, metodologias) dados pelo professor, que podem ser mais ou menos produtivos, de acordo com os objetivos que se pretende atingir, a forma como cada tarefa é organizada e como os alunos são preparados para sua realização.” 

2. Aumenta a eficiência

De acordo com PINHO, Louise Silva em seu artigo Neurociência cognitiva na sala de aula: estratégias de ensino de Língua Espanhola “Tudo o que fazemos, o que percebemos e o que pensamos depende do nosso cérebro para existir ou para acontecer. Assim, em consonância com Cosenza e Guerra (2011), consideramos positivo o diálogo entre a educação e as neurociências na busca pelo sucesso nas práticas pedagógicas, já que “as estratégias pedagógicas que respeitam a forma como o cérebro funciona tendem a ser mais eficientes” (COSENZA; GUERRA, 2011, p. 143).”

3. Aprender línguas é como um exercício físico

De acordo com os pesquisadores Germary Díaz-Sáncheza e Héctor Joel Álvarez-Pérez em seu artígo Neurociência e bilinguismo: 
efeitos do primeiro idioma
  “aunque admiten que sus resultados son preliminares, destacan que pueden medirse al menos tres tipos de cambios que ocurren en el cerebro humano cuando se aprende un L2, aun en etapas tempranas de su aprendizaje: la actividad eléctrica, la localización de esta actividad eléctrica y cambios en la estructura del cerebro de los aprendices.”

4. Aprender línguas desenvolve seu cérebro

“Ficamos surpresos que diferentes partes do cérebro se desenvolveram em diferentes graus, dependendo de quão bem os alunos se saíram e quanto esforço tiveram que colocar para acompanhar o curso”, diz Johan Mårtensson, pesquisador de psicologia da Universidade de Lund. Suécia.

5. Maior controle cognitivo 

No artigo Como aprender uma nova língua na verdade reestrutura o cérebro de Hallie Smith, MA CCC-SLP a pesquisadora mostra como isso acontece. Diz Hallie que em nível neural, pesquisas anteriores sugerem que cada uma das possíveis palavras-alvo é ativada no cérebro ao mesmo tempo. O cérebro deve suprimir os itens incorretos para permitir que a palavra correta seja selecionada. Embora indivíduos monolíngües e multilíngües façam isso, as pessoas que conhecem mais de um idioma têm mais palavras potenciais para suprimir. Por exemplo, alguém bilíngüe em espanhol e inglês tem significativamente mais palavras começando com “p-r-o” para competir pela seleção (“progreso”, “pronombre”, etc.). Assim, as crianças bilíngües tornam-se ótimas para suprimir informações incorretas quando apresentadas a várias opções concorrentes. Isso se traduz em maior controle cognitivo em matemática, raciocínio lógico e outras áreas de funcionamento.

6. Assista ao vídeo sobre a teoria de aquisição de línguas de Noan Chomski 

Como é que aprendemos a falar e pensar numa língua tão facilmente? Os filósofos discutiram se temos ou não ideias inatas. Quer tenhamos nascido conhecendo as coisas, como Platão acreditava, ou melhor, como John Locke e outros empiristas argumentaram, a mente é uma tábula rasa na qual a experiência escreve. Noam Chomsky, deu uma reviravolta a este debate nos anos 60.

Narrado por Gillan Anderson. Escrito por Nigel Warburton.

Da série BBC Radio 4 sobre as grandes questões da vida – A History of Ideas.

Este projeto é da BBC em parceria com a The Open University, as animações foram criadas pela Cognitive.

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